segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Trepando nas Nuvens


Bem mais legal que associar o arco-íris ao dilúvio...

Brainstorm


Oi pessoas, estou me sentido como uma guria de 5ª série se apresentando quando o purgante da professora aponta safadamente para o meu rosto branquelo e faz o questionamento sacana de quem eu sou ou qualquer outra coisa que se encaixe no quadro. Bom, podem me chamar de Sapa [não significa SAPATONA ou algo do estilo]. Nada contra, adoro lésbicas. Não sei porque estou aqui, a realidade é que fui convocada com o objetivo de apimentar ou sacanear a mente de vocês.



Na real, sou a favor de todos os estilos modernos de prazer. Sou contra o aborto [quem quer matar vá para a puta que pariu], mas defendo a prostituição. A obrigatoriedade do voto é uma absurdo, sempre seremos roubados mesmo escolhendo os candidatos a dedo. Se eu fosse prefeita, roubaria muito. E as cotas para negros e índios sou contra também, qualificação de educação por cor é uma merda. Mas sou "a favor”, de um sistema em que ensino seja dotado de sabedoria, que não beneficia acesso a educação pela cor, e tão pouco tenta saldar uma divida passada privilegiando os seres deste presente. A pena de morte deveria existir no Brasil [estou cansada de perder amigos e familiares, e a justiça continuar no estado petrificado de cega]. A legalização da maconha também sou a favor. Policiais deveriam ser melhor remunerados, assim paramos de pagar suborno. Eu acho que Capitu colocou chifre em Bentinho. Estou de saco cheio de 35% dos blogs que eu visito. Pessoas que em pleno ano 2010 não aceitam homossexuais são uma verdadeira treva. Eu cago pra modelos novos de celular e iPod. Eu adoro pornografia e tenho fixação em rituais de sadomazoquismo.

Não entendo como a maioria das pessoas não tem nojo de comer algo que um dia teve olhos, mesmo assim não consigo ser vegetariana totalmente. Também não entendo como existe tanta mulher sem noção com biquíni fio dental na praia [não estou falando isso porque sou fofinfa], mas penso em me tornar sufragista. Acho total apelação mostrar ursinhos polares pra falar sobre aquecimento global, a tim não removeu as minhas fronteiras, tomei raiva dessas empresas e bancos que se colocam hoje em dia como defensores da natureza. É uma grande mentira. Estou falando daquele banquinho safado que é completo e fode com o nosso bolso. Não, eu não quero mais macarronada no almoço. Amiga seu namorado(a) já me beijou. Acredito em teorias malucas de dinossauros, sou fã do Diogo Maynard, detesto Paulo Coelho e mato quem falar mal do Legião Urbana.

Perceberam a confusão da minha mente? O gostoso é que vamos falar de sexo, homens, mulheres e o mundo de pecados. Entre boquetes no viaduto, encoxadas no ônibus, poesias e ondas de um puro nirvana, estarei aqui...

Opa! Acharam que eu ja estava me despedindo? Não, não, não. Deveria relatar como cheguei a esse Blog? Não estou lembrando direito, a grande questão é explicar porque sou uma seguidora de Dionísio. Adoro os vinhos mais venenosos, as festas com cheiro de luxúria penetram o meu ser como uma verdadeira bacante, o teatro me fascina e as uvas são doces frutas do meu paladar. Queria carregar o poder de sua fertilidade em meus lábios, mas sou só uma humana mulher que adora sentir o sabor da bebida e da alegria correndo em minha circulação febril.

Beijos.

Bye.

O coração merece um brinde

O texto a seguir foi publicado na revista Época, número 607, de 4 de janeiro de 2010. Coloco aqui na íntegra e espero não ser processado por isso.

Foi Jack Kerouac (1922-1969), o autor de On the road – Pé na estrada, quem escreveu este conselho de absoluta sobriedade: “Não beba para se embebedar. Beba para aproveitar a vida”. Como Kerouac sabia por experiência própria, beber de forma irresponsável é um perigo. Pesquisas médicas relacionam 36 causas de morte ao consumo de álcool, de doenças hepáticas a desordens mentais. Mas isso só se aplica a quem exagera. A moderação, dizem os estudos, faz muito bem.

No final dos anos 70, a revista médica Lancet, da Inglaterra, comparou as estatísticas de mortes por doença coronariana em 18 países desenvolvidos e procurou suas correlações com a dieta e o consumo de álcool. França, Itália, Suíça e Áustria, com o mais elevado consumo de vinho, apresentaram a menor taxa de mortalidade por doença cardíaca. Em 1991, Walter Willett, que então presidia o departamento de nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, publicou um artigo no New England Journal of Medicine em que consolidava os principais estudos sobre a relação entre dieta e doenças coronárias. Ele concluiu que o álcool exibe um “poderoso efeito protetor” do coração.




Sem excesso, uma boa garrafa de vinho ou o chope com os amigos podem tornar a vida mais alegre e divertida

Outros estudos consolidaram o que ficaria conhecido como curva em U (como a do quadro abaixo). Ela mostra que o risco de sofrer um ataque do coração é alto em abstêmios, cai quando se bebe moderadamente e volta a aumentar em bebedores cujo consumo é de três ou quatro drinques diários. A razão para isso é que o álcool limpa as artérias, retirando as placas de gordura que podem causar ataques cardíacos. Em excesso, porém, esse benefício se perde. Trata-se de um consolo para quem evita a bebida por temer seus efeitos sobre a saúde.

No Brasil, o hábito de beber vinho às refeições, que até há pouco tempo se limitava aos descendentes de europeus, já se disseminou por todo o país. Em 2009, Fortaleza sediou seu primeiro festival do vinho – prova de que a bebida se adapta até ao calor torrencial do Ceará. Para quem nunca bebeu, os prazeres de boas garrafas de vinho ou mesmo de um chope com os amigos podem tornar a vida mais alegre e divertida. Desde que o passo seguinte não seja dirigir.


Como o álcool nos protege


O risco de ataque cardíaco é menor para quem bebe moderadamente



sábado, 9 de janeiro de 2010

Comédia no Aquário

Fui esta quinta pela terceira vez à Festa 18A, uma festa que rola no Club Mix, casa de swing bem simpática do centro da cidade. O lugar é ótimo, a festa é foda (literalmente) e as pessoas são bem simpáticas. Conheço a casa desde janeiro do ano passado, mas à 18A só fui 3 vezes. Duas para fazer uma matéria para a faculdade e uma esta semana depois de ter sido conquistado pelo evento.

Sim, todas as putarias que vocês devem estar imaginando acontecem lá. Basicamente as mesmas que acontecem em qualquer boate normal, só que sem medo de ser pego pelo segurança e com camas para maior conforto dos clientes. Mas não é sobre isso que vim lhes falar...

Todo o lugar é planejado para atender às mais diversas fantasias de quem freqüenta e uma das suítes mais divertidas é sem dúvida a Suíte Aquário. Tanto para quem está lá dentro quanto para quem está do lado de fora. Uma parede de vidro que para uma espécie de sala permite que qualquer um possa ver quem lá dentro. Ideal para exibicionistas e voyeurs.




O problema é que as pessoas se acumulam em frente ao vidro e fica cada vez mais difícil prestar atenção ao que se passa ali dentro. O jeito então é narrar, dublar ou simplesmente comentar o que se consegue ver. É claro que isso acaba com o clima de erotismo, mas nem tudo na vida é sexo, gente!

Já brinquei de dublador com uma amiga que foi comigo na vez anterior. Foi divertido atribuir falas estereotipadas de filmes pornôs aos personagens e descobri anteontem em um dos quartos que tem gente que realmente fala assim quando transa. Não sei se foi só pra fazer bonito na frente dos coleguinhas, mas coisas como "mete fundo esse caralho em mim" não são tão irreais quanto eu pensava.

Esta semana a diversão ficou por conta de quem estava dentro do aquário mesmo. Um homem muito, mas MUITO bombado entrou com três garotas com aura de piriguetes. Eles colocaram o celular para tocar o que eu suspeito que era um funk boladão e se puseram a dançar em cima da cama. O problema é que o som não vaza para o lado de fora, então era bem esquisito ver as pessoas rebolando ao som de absolutamente nada e em trajes cada vez menos presentes. A loura fez doce até não poder mais. Até sair do quarto ela saiu, mas depois voltou. As irmãs de cor pareciam mais animadas.

Ao grupo original, somaram-se um homem barrigudo e uma baixinha rechonchuda, que eu acho que eram casados. O Seu Boneco tentava insistentemente algo com as garotas, mas elas só estavam interessadas no Mr. Músculos, que não era alguém que dominava a arte de finalizar. A baixinha foi convocada para a brincadeira um pouco tarde (seu marido já estava no meio das garotas há um bom tempo), mas não se fez de rogada e ficou logo só de calcinha. Em certo momento, o bombadão tentou beijá-la, mas o outro cara não deixou. Foi estranho ver o casal tentando pegar todas as mulheres, mas sem deixar a esposa fazer nada com o outro homem do grupo. Cada casal lá tem suas próprias regras.

Nada disso, no entanto, foi mais engraçado do que o pequeno trecho que ouvi da conversa ao telefone de um rapaz atrás de mim... "É, tô aqui sim. Tô vendo umas mulheres dançando e se beijando e um cara fazendo papel de bobo... Ah! Enche ele de morfina. Amanhã a gente opera."
COMO ASSIM?!

Depois, uma funcionária bateu no vidro e os mandou descer da cama, pois ela poderia quebrar. Eles tiveram que deitar, mas continuaram enrolando pra chegar aos finalmentes. Enrolaram tanto que desisti e voltei pra pista de dança. Estava engraçado, mas não é pra isso que se vai a uma festa liberal.

Obs.: Quer assistir a uma incrível cena de sexo oral dentro de um aquário? Clique aqui.

A Mardita #1


O slogan "amo muito tudo isso" adquire um novo significado depois de umas cachaças...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Meu saco... de golf

E ainda dizem que eu é que só penso em sexo...



Quem joga golf golfe pode comprar este divertido (???) saco para carregar suas bolas (duas, para ser mais preciso). O My Sack, ou seja, Meu Saco, é feito com um tecido de qualidade para durar muito sem ficar murcho. Possui lacre de velcro e a inscrição "it takes balls to golf" (varia de acordo com o esporte), em outras palavras "é preciso bolas/culhões para jogar golfe". Dizem que é garantia de levar um sorriso ao rosto de todos os seus amigos [principalmente os que seguram mais firme no taco, eu diria].



Disponível para golfe, beer pong, caça, pôquer, rodeio, corrida, boliche, hockey, pescaria, futebol americano, basquete e baseball.


Meu esporte favorito.

Dica da Nat

Mariah Carey bêbada


Começou a comemorar antes mesmo de receber o prêmio.